O caos se aproxima,
A ignorância e o orgulho se revelam,
Carregando homens e mulheres
Para se jogarem no abismo.
Onde está seu onipotente?
Sua fé te manterá vivo?
A morte, com sua foice, devastou o país.
O caos revela a fragilidade da humanidade.
Eles carregam sua ignorância como cruz,
E seu orgulho como escudo.
Nada além de humanos,
Marionetes do caos, carne podre.
O papel marcado voa pelo país,
Roubando dignidade e bondade.
O caos se instala.
Onde está o onipotente?
O homem, sem limites,
Agora queimado em plena vida.
Homens em armaduras,
Apontando bestas de pólvora,
Arrastando-o ao chão como lixo.
A cidade queima,
Sangue e medo,
Morto em fé perante o medo.
Onde está Ele?

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